domingo, 17 de abril de 2011

Vincent Reynoaurd é libertado

“Nossos adversários já capitularam no campo intelectual e científico”



Como nos foi informado agora, o revisionista francês Vincent Reynouard (autor de “A verdade sobre Oradour” entre outros) encontra-se novamente em liberdade desde 5 de abril. O historiador foi vítima de perseguição política por vários anos devido à sua atividade revisionista. Como não foi possível indiciá-lo na Bélgica e na França devido à desmistificação do mito de Oradour, a justiça belga e francesa se esforçaram como de costume para tirá-lo de circulação por causa de certos questionamentos sobre alguns detalhes da histórica contemporânea, contidos na brochura de 16 páginas “Holocaust? O que estão escondendo de você”.


Aos familiares e amigos que aguardavam sua libertação, Reynouard declarou que o tempo em que esteve detido decorreu sem problemas, excetuando o fato de estar longe da família. Durante este período ele até redigiu um gibi que deseja publicar em breve. Além disso, ele pretende publicar um livro sobre suas experiências na prisão.


Mas as perseguições ainda não cessaram para Vincent Reynouard. Existe ainda um processo na França contra ele, por causa de um DVD revisionista, cujo conteúdo querem lhe atribuir. Por este motivo Reynouard tem negado seu retorno à Bélgica, devendo permanecer separado por período indeterminado de sua família que vive em Bruxelas.

Reynoaurd é casado e pai de oito crianças.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O SISTEMA E SUAS CONTRADIÇÕES

24/3/2011


Estudo genético confirma origem geográfica dos judeus


PARIS (AFP) - Um novo estudo descobriu que os judeus compartilham um vínculo genético com os drusos e os cipriotas, e confirma que a diáspora judaica manteve uma forte coesão em nível de DNA, apesar de seu longo afastamento do Oriente Médio, afirmaram cientistas nesta quarta-feira.


O trabalho, publicado na revista britânica Nature, faz parte de uma investigação mais ampla sobre a migração humana baseada em aglomerados de diferenças microscópicas detectados no código genético.


"Descobrimos evidências de que as comunidades judaicas se originaram no Oriente Próximo", explicou o cientista molecular Doron Behar, do Rambam Health Cae Campus, em Haifa, Israel, que conduziu a pesquisa reunindo especialitas de oito países.


"Nossas descobertas genéticas concordam com registros históricos", acrescentou.

O trabalho consistiu em coletar amostras de DNA de 121 pessoas residentes em 14 comunidades judaicas ao redor do mundo, de Israel ao Norte da África, da Europa à Ásia Central e à Índia.

As amostras foram, então, comparadas com as de 1.166 indivíduos de 69 populações não-judaicas, inclusive o país "anfitrião" ou região onde havia uma comunidade judaica.

Introduzindo uma nova série de dados na pesquisa, os cientistas acrescentaram a análise de 16 mil amostras do cromossomo Y - encontrado apenas em indivíduos do sexo masculino - e de DNA mitocondrial, que é transmitido pela mãe.

Os cientistas procuravam marcadores de combinações denominadas polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs, na sigla em inglês).
Os SNPs são mudanças únicas no genoma que se aglomeram em padrões distintivos entre humanos que vivem juntos em grupos durante milhares de anos. Os padrões são um indício útil de como as etnicidades se desenvolveram através do isolamento geográfico ou da concentração social.

O estudo, como esperado, confirmou o Oriente Médio ou Levantino como origem dos judeus, conforme documentado nas antigas escrituras hebraicas. Esta linhagem é claramente visível nas comunidades de hoje, tempos depois de os judeus terem sido expulsos de Israel.

No entanto, mais inesperada foi a descoberta de que padrões judaicos de SNPs eram mais próximos dos cipriotas e dos drusos do que de outras populações do Oriente Médio.


Segundo o estudo, os judeus da diáspora, fortemente ligados por tradições sociais, culturais e religiosas, mantiveram de modo geral uma forte coesão genética, embora também tenha havido uma indução de DNA em menor ou maior grau da população "anfitriã".


"As comunidades judaicas parecem ter uma coesão com a piscina genética do Levantino, mas mesmo entre as comunidades judaicas, ainda se vê como elas se inclinam para a população ´anfitriã´", disse Behar.


Nas populações não-judaicas, os aglomerados de SNP confirmaram um relacionamento próximo entre beduínos, jordanianos, palestinos e árabes sauditas. Os padrões em amostras de egípcios, marroquinos, bérberes e iemenitas, no entanto, foram mais similares a populações do sul do Saara.


Uma pesquisa prévia sobre SNP deste tipo foi revelada no chamado Projeto HapMap, que ajudou a lançar luz ao cenário migratório "Out of Africa" (Fora da África), segundo o qual todos os humanos anatomicamente modernos - Homo sapiens sapiens - descenderam de ancestrais que se aventuraram de sua África natal, cerca de 50 mil anos atrás, e colonizaram o mundo.

Temendo ser arrastados para um debate sobre a falsa noção de raça, os cientistas afirmam que os aglomerados SNP não são um indício para quaisquer diferenças sobre saúde, inteligência ou habilidade humanas.


Os aglomerados de DNA não afetam os genes, partes do genoma que codificam as proteínas que fornecem a constituição física do corpo, disse Behar.
Ele acrescentou que ficaria decepcionado se sua pesquisa fosse mal utilizada para a construção de perfis genéticos, como suporte por exemplo ao debate de "quem é um judeu?", que discute quem tem o direito automático à cidadania de Israel.
"É muito importante para mim mencionar aqui que como um cientista, a genética não tem nada a ver com a definição da identidade judaica", afirmou Behar.

"O judaísmo é uma religião plural. Qualquer um no mundo pode decidir um dia que quer se converter ao judaísmo e nestecaso, obviamente, a genética não interfere... A genética não conseguiria provar ou descartar a identidade judaica de um indivíduo", concluiu.

Fonte (certamente nem um pouco "nazista"): Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco - Sinagoga Kahal Zur Israel

domingo, 3 de abril de 2011

A Decadência da Música

Sobre como o que se ouve pode espelhar a sociedade na qual se vive


Todos os livros de Hermann Hesse parecem trazer-nos sempre uma lição iluminada, que se destina a comportamentos tanto individuais como coletivos, sociais. Não para menos, recordo a figura de um amigo que sempre reagia com espanto quando soubera que alguém próximo ainda não o havia lido. Em “O jogo das contas de vidro”, que se passa em uma realidade semelhante à nossa, propõe-se que destino da humanidade viria a ser encaminhado, em tempos de crise, conforme dois grandes centros: a música e a matemática. A primeira, por ser uma notável expressão artística do povo; a segunda, por sua imutabilidade.


“Fui um homem que muito buscou e que ainda busca, mas já não o faz nas estrelas e ou livros, senão à escuta dos ensinamentos do próprio sangue” - Hermann Hesse


Oswald Spengler costumava se referir à decadência como já oriunda de épocas distantes. Se o tomarmos como certo, não se torna muito difícil perceber que, assim sendo, estamos nos encaminhando para aquilo que Jaspers conceituou como situação-limite.


Toda exaltação que se faz a tal dita Democracia, esta expansiva forma de governo, é apenas um meio de se camuflar a forma com que nos aproximamos de tal situação-limite. É cobrir os lixões com tapetes belos. É levantar outdoors entre as estradas que conduzem à Cidade Maravilhosa, de forma com que turistas encantados não se notem suas favelas.


Foquemos na música.


Confesso que não tenho costume de acompanhar os programas televisivos aos domingos. Primeiro, pela própria vontade, uma vez que acredito ter afazeres mais importantes; segundo, por falta de opções. Mas foi em um desses domingos, durante a visita a um familiar, que tomei contato com tal “sucesso do momento”.


A cena: quatro jovens alcoolizados e sem camisa, postos ao lado de um carro. Deste, ecoa uma canção em ritmo de forró: “Posso não, quero não... Posso sim, quero sim”. E, no entanto, era apenas mais um dos tantos “fenômenos” considerados hoje como “geniais”.


Disse um Ministro da Propaganda da Alemanha que a “arte sem delicadeza é alimento para porcos”


Por um momento, pensei em tempos que não vivi, quando um Noel Guarani afirmava ser poeta sem catecismo, criando sons de liberdade, dos cavalos às cheias do rio. Pensei nos tempos em que o samba era mais melodia que percussão, quando expressava as vivências de um boêmio. Pensei nos tempos em que a música de raiz retratava a saudade de quem deixa o campo.


O romantismo, o espírito de sacrifício, a revolução, as vidas de tempestades e paixões, a sensibilidade, a vontade. Tudo isto repousa quase ao relento, em questão musical na atualidade. Recordemos a um Wagner, músico completo, que, composições à parte, fora escritor e responsável pelos desenhos de cenários e figurinos de suas belíssimas óperas, e pensemos no contraste com a nossa época.


No momento, o que rege nossa sociedade são os “Baby, baby, baby, uh!” de um pequeno garoto, gemidos e sussurros das tantas cantoras de músicas pornográficas, ou um “Pará pará pará...” de um funkeiro qualquer. São as Lady Gaga com vestidos feitos de carne crua, Madonnas que embora próximas da velhice, dão-se ao luxo de estar com rapazes de vinte anos, e Aguileras e todas suas referências às corporações que dominam o mundo, e, por conseqüência, a indústria da música.


Há não muito, os cadáveres de Dresden foram retratados na Sapucaí. Neste ano, o injustificável sacrifício de Abraão virou tema de escola. Também Bach foi regido com batuques ao fundo. E tudo vira festa.


"A música é uma linguagem poética, seguramente mais apta que a própria poesia,no que concerne à expressão de tudo o que, estando dentro de nós mesmos, transpassa os horizontes comuns ao que escapa à análise lógica, ao que se encontra, em suma, em profundidades inacessíveis" - Franz Liszt


Do Balé, que expressa o infinito concentrado no corpo humano, a beleza e a magia, chegamos à promoção de danças de rua que se misturam a ritmos antifônicos, sempre com um quê de malandragem e agressividade.


De língua compreendida por todos os homens, conforme a definição de um grande filósofo prussiano, a música futuramente haverá de se transformar (ou ser transformada) em um alicerce de incontáveis problemas de educação e até segurança pública.


Noto multidões de jovens que se deixam levar por instintos acionados conforte batidas repulsivas e idiotizantes. A degradação pseudo-artística precede a moral, física e espiritual. Verdadeiros exércitos joviais cujos idealismos e rebeldias são administrados conforme tentáculos alienígenas: não se vêem a lutar por povo, comunidade, região, nacionalidade ou origem étnica, conceitos estes já ultrapassados – Altmodisch, em bom alemão - senão por seus ídolos da música moderna.


Frank Rennicke, músico processado por letras que retratam o drama alemão vivido durante a ocupação no pós-guerra. Diante do quadro alemão na atualidade, escreveu o álbum “(Nur unsere gedanken sind frei” (Apenas somos livres no pensamento).


Fato é que tal como com a literatura, a música foi e tem sido propositadamente distorcida. Um simples detalhe? Ou o sistema está consciente de que uma boa mensagem musical pode trazer os indicativos para um despertar?


Penso por um instante: e se ao invés de tocar o hino nacional brasileiro em ritmo de samba, fossemos orientados a ouvir atentamente o que ele diz?


Penso ainda: E se tivéssemos a sinceridade de um Beethoven entre nós, uma sinceridade flamejante, capaz de, em um só golpe, transformar em cinzas os embustes ocos e pseudo-artísticos da nossa era?


Somente assim é que um Nietzsche voltaria a repetir sua sentença imortal: “Ohne Musik wäre das Leben ein Irrtum” – “Sem a música, a vida teria sido um erro”. Admita-se ou não, a arte sempre será o espelho do Khronos em que se vive. Com a música, não poderia ser diferente.


A forma com que esta expressão sublime vem sendo conduzida só nos leva a um caminho: à decadência per se.


Fonte: Newton Schner Jr.

Isso é Brasil

CQC so mostrou o nivel baixo e mesquinho que são os programas no Brasil, ja o Sr. Bolsonaro mostrou como é um ser uma pesssoa, um politico de verdade.

Ninguem tem a obrigação de tolerar homosexuais, não somos obrigados, ao contrario deveriamos meter a porrada pra ver se tomam vergonha na cara e viram gente.

Quem é preta gil??? Mais uma merda q se acha gente no Brasil Comunistas, anarquistas, bandidos, homosexuais, sionistas... O seus lugares são em frente ao pelotão de fuzilamento!!!!

Precisamos de mais gente como o Deputado Jair Bolsonaro, pra mudar essa desordem e caos que é o Brasil.

E aos apresentadores, falar pela TV é fácil, vai mostrar esse sarcasmo na cara de quem defende esse ideal.


Por: T 80

domingo, 25 de abril de 2010

Homem ataca cadela por considerá-la racista





Homem ataca cadela por considerá-la racista
Um homem negro atacou com fúria uma cadela por considerar o animal racista. Andrew Owens, de 58 anos, foi preso sob acusação de crueldade grave e posse de arma. Jenna, atacada com uma faca, perdeu um olho.





Na cadeia, Andrew disse que a cadela, que guarda um depósito de combustíveis em Yonkers (estado de Nova York, EUA), não gosta de "negros, hispânicos e todos os outros que não são brancos". Segundo ele, Jenna, da raça pastor alemão, chegou a mordê-lo em outra ocasião.






FONTE: O Globo


Interessantíssima circunstância que nos faz refletir sobre as políticas de proteção aos animais

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Bispo Católico Afirma Que os Judeus Utilizam o Holocausto Como "Arma de Propaganda"




Um bispo Católico Polaco afirmou que os Judeus roubaram a tragédia do Holocausto e utilizaram-na como "arma de propaganda" para recolher "vantagens injustificadas" (...). Num comentário que poderá enfurecer ainda mais Israel, o Bispo Pieronek sugeriu mesmo que a manipulação do Holocausto pelos Judeus ajudou a silenciar a crítica internacional ao tratamento dos Palestinianos por parte de Israel (...). "Mas eles, os Judeus, têm uma boa imprensa devido aos seus poderosos recursos financeiros, vindos essencialmente do apoio incondicional dos EUA. E isso promove uma espécie de arrogância, que eu considero intolerável."

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Plano para matar 6 milhões... de alemães!



"A sua idéia de vingança era a de indenizações que Israel, mais tarde, iria tomar dos alemães ..."
Um plano para matar 6 milhões de alemães imediatamente após a Segunda Guerra Mundial – um para cada judeu morto no Holocausto – foi revelado pelo jornal Observer em Londres. Os pormenores do plano, que aparentemente ganhou a aprovação e o apoio de Chaim Weizmann, primeiro presidente de Israel e tio do atual presidente Ezer Weizman, foram revelados por Joseph Harmatz, natural da Lituânia, agora com 73 anos, e que perdeu dois irmãos no Holocausto.

Durante 34 anos - de 1960 a 1994 - Harmatz foi o destacado “cabeça” da rede Ort para as instituições de ensino profissional sob patrocínio judaico por todo o mundo. Mas antes disso, ele havia liderado uma organização - Din ( "Sentença") -, cujo objetivo era distante da nobre causa de proporcionar aos jovens habilidades para a vida. Din era composta por sobreviventes do gueto Vilna que haviam jurado se vingarem dos nazistas. Foi dedicada à morte.

Os sobreviventes que escaparam do gueto passaram a lutar como partisans nas florestas da Lituânia, e depois da Segunda Guerra Mundial juraram tomar vingança: uma vida alemã para cada judeu que foi abatido durante o Holocausto.
Em suas ações, a organização não atingiu suas metas. Suspendeu a sua campanha após matar entre 300 e 400 ex-guardas de prisões e campos de concentração nazistas, através do contágio com arsênio de suas rações diárias de pão. A idéia da organização veio do poeta Abba Kovner, líder dos partisans lituanos, a quem é creditado como descrevendo os judeus "sendo levados comos cordeiros para o abate", e Vitka, sua namorada partisan, que um dia se tornaria sua mulher.

Como primeiro passo, Kovner foi enviado para Tel Aviv para ganhar o apoio dos líderes judaicos na Palestina para um plano de envenenamento dos alemães.

As referidas lideranças sionistas são as verdadeiras precursoras do terrorismo no Séc. XX, através do uso de uma política de intimidação da população e o estabelecimento forçado de colonos nas terras palestinas. Muitos dos líderes desses grupos terroristas se tornaram, posteriormente, altos membros do governo de Israel - NR.

Ben-Gurion, então chefe da Agência Judaica e mais tarde primeiro primeiro-ministro de Israel, ficou horrorizado com a ideia de massacre e preocupado de que isso iria prejudicar a chance de criação de um Estado. Zalman Shazar, um futuro presidente de Israel, foi também hostil ao plano, dizendo a Kovner: "Nós temos outras prioridades. Iremos tomar vingança sobre a Alemanha como um Estado".

Harmatz disse: "A sua idéia de vingança era a de indenizações que Israel, mais tarde, iria tomar dos alemães ... Não era essa minha idéia."

O reluzir do metal que alimenta a natureza materialista dos burgueses apátridas - NR.
Mas Chaim Weizmann foi mais receptivo: "Ele aprovou nossos planos", disse Harmatz ", e recomendou um cientista que faria um veneno para nós." O cientista foi um professor na Sieff [mais tarde Weizmann] Institute, em Rehovot.

Na verdade, Weizmann não foi explicitamente identificado por Harmatz em seu livro, "From the Wings", que está para ser publicado pelo The Book Guild, em maio. Em seu livro, Harmatz refere-se a Weizmann simplesmente como "um ancião". Harmatz concordou com a observação do entrevistador de que "ancião" foi realmente em referência a Weizmann, e que Weizmann tinha sido o pivô da operação Din: "Eu não queria o fato [de sua identidade] ter sido revelada por mim", explicou Harmatz.

Porque é que Weizmann concordou em ajudar? "Só posso pensar que ele era líder do povo judeu", disse Harmatz ", e, como muitos desses líderes, ele tinha a sensação de que ele não tinha feito o suficiente durante os anos do Holocausto. Estou certo disso." Na reunião, Kovner disse a Weizmann que o grupo estava planejando envenenar alguns milhares de pães destinados ao ex-guardas das SS, que estavam detidos em prisões e campos de concentração onde eles tinham servido durante a guerra.

A história era apenas parcialmente verdadeira – pois havia um plano maior por trás. A verdadeira intenção dos Din era envenenar o abastecimento de água de Nuremberg. Mas, lembra Harmatz, "nós não queríamos assustá-lo", e então Kovner disse a Weizmann tão somente a história do envenenamento dos pães.

A História Mundial contém episódios, principalmente que compreendem a pré-modernidade, em que os judeus haviam sido acusados de envenenamentos, contágio de abastecimento de água e tantas outras perversidades; por essas e outras foram perseguidos durante séculos, em todo o mundo. Parece que o plano da organização “Din” de contaminar a população da cidade de Nuremberg busca inspiração em um passado controverso... - NR.

Eventualmente, o professor de Rehovot produziu uma inodora, incolor substância de que Weizmann foi assegurado que seria suficiente para envenenar uma noite de produção do pão na padaria que fornecia para as quatro referidas prisões e campos de concentração, incluindo Dachau.

Kovner não conseguiu regressar com a sua carga mortífera. Retornando à Europa em um navio a vapor britânico, ele foi detido por policiais britânicos que estavam a bordo e que, obviamente sabiam da trama. As reservas de veneno, escondidas em latas de leite condensado na cabine de Kovner, foram atiradas ao mar pelos outros membros do grupo, mas Kovner foi preso e enviado de volta para a prisão no Egito.

Supervisionando a operação de Paris, Harmatz assumiu a liderança da Din. Até hoje, é incerto que tenha sido ele quem traiu o plano, mas suspeita-se da liderança yishuv, que temia que o êxito da Din poderia ter prejudicado as suas esperanças de criação de um Estado.
É claro, muito mais produtivo deixar os alemães vivos para explorá-los “como um Estado”, conforme confessou o próprio Shazar. Sem contar que tal retaliação aberta contra a população poderia colocar abaixo a lucrativa imagem de “vítima” dos perseguidos no suposto Holocausto.

Tudo dentro da lógica da Propaganda de Guerra - NR.

Com os seus estoques de veneno de Rehovot descansando no fundo do Mediterrâneo, Harmatz e o grupo adquiriram uma pequena quantidade de arsênico, abandonaram a idéia do envenenamento do abastecimento de água de Nuremberg e retornaram ao plano mais modesto de envenenamento dos pães que tinha sido delineado para Weizmann.
Um sábado à noite em abril de 1946, os membros da Din invadiram o campo Stalag 13 em Nuremberg e, com um pincel fino de artista, Harmatz “pintou” 3.000 fatias de pão preto com veneno (sabendo que os guardas Americanos só iriam comer o pão branco que foi feito aos domingos).

Como ele cuidadosamente aplicou o arsênio à volta das quatro extremidades dos pães, ele estimou que "iria matar cerca de 12.000 pessoas".

"Na parte inferior da fatia sempre havia um pouco de farinha, que usamos como base. Nós tínhamos estimado quantos poderiam comer, pois já sabíamos que cada fatia foi cortada em quatro pedaços e que cada prisioneiro iria pegar um quarto do pão. Isso significa que 3.000 pães seriam suficientes para 12.000 pessoas.”

"O que era muito importante foi que o material utilizado foi o arsênio, um veneno que sedimenta. Então, tínhamos de ter pessoas misturando-o o tempo todo, enquanto eu estava espalhando no pão."

Para Harmatz, o dia seguinte seria maravilhoso: "Naquela manhã, pensei na minha família", disse ele. "Senti-me muito bem pelo fato de que o trabalho estava para ser concluso. Excitados? Não estávamos excitados, porque nós tivemos que pensar em todos nós acabarmos a história e não sermos apanhados."

O plano necessitava que eles esvaziassem seus apartamentos e fugissem para a Tchecoslováquia. Contudo o plano só foi parcialmente bem sucedido: conseguiram atravessar a fronteira da Tchecoslováquia, mas o veneno não era tão forte quanto eles esperavam. "Soubemos que 300 a 400 homens foram mortos, mas deveria ter sido mais", disse Harmatz. "Os jornais noticiaram depois sobre como os hospitais americanos haviam bombeado os estômagos de mais de 1000 alemães."

Depois que o Estado foi criado, Harmatz decidiu que o ônus da retaliação de Israel tinha passado para as novas lideranças e ele recusou apelos de Kovner para lançar uma nova tentativa de extrair vingança. Kovner seguiu sua liderança e abriu mão de sonhos de vingança para se tornar um dos grandes poetas do novo estado. Ele morreu cerca de 10 anos atrás.
Imagine as emoções e valores que o “poeta” Kovner imprimiu em sua obra. O “artista” que planejou a morte de 6 milhões de alemães inocentes! - NR.

Após se estabelecer em Israel, Harmatz primeiro estudou direito e, em seguida, estabeleceu na extremidade de Israel uma linha marítima francêsa. Em 1960, ele ingressou na organização Ort, a qual dirigiu até a sua reforma em 1994.
Passados os últimos 13 anos nesse papel, Harmatz se fixou em Londres, onde o governo britânico consultou-lhe sobre a criação de escolas profissionais. Ele também deu suporte à Unesco, em Paris e serviu em vários comitês da ONU. Ele mesmo foi para a Alemanha para dar consultorias sobre projetos ultramarinos assistenciais.

Que tipo de assistência? Assistência para conspiração genocida? - NR.
Harmatz esperou até depois de sua aposentadoria na organização Ort para contar sua história de vingança no pós-guerra. Agora, a viver tranquilamente em Ramat Aviv, ao norte de Tel Aviv, ele ainda abriga pesares: "Não funcionou devidamente", diz Harmatz. "Os 300 ou 400 por nós envenenados não eram nada comparados com aquilo que realmente queríamos fazer."

Nobre causa! - NR.

Publicado originalmente em 26/09/2009

FONTE:
Jewish World Review

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Libertação Mentirosa

Todos os dias, nos mais variados parâmetros que os média nos podem apresentar, somos obrigados a recordar o Holocausto durante a Segunda Guerra Mundial.É suposto transportar connosco um sentimento de culpa para com estas pessoas que passaram a ser vistas como as únicas vítimas da sociedade.Por outro lado, ouvimos falar muito pouco dos Polacos, dos Russos ou mesmo dos Ciganos, que sofreram tanto ou ainda mais que eles devido a uma mentira que insiste em arder nos corações do resto da humanidade.
Naturalmente, aconteceram coisas horríveis durante a guerra, mas é ainda mais horrível permitir que a mentira seja usada para promover a culpa, o mau entendimento, a chantagem ou ainda para causar mais mal. Mais tarde ou mais cedo, haverá uma confrontação mundial que faça denunciar estas mentiras já sem qualquer medo.
O facto é que o Holocausto se resume ao dinheiro, à legitimação de Israel e à total negação da existência de uma intenção ou acção negativa do povo Judaico.
Os Judeus sentem-se ultrajados quando é mencionado que muitos Ciganos e Russos sofreram o mesmo destino que eles porque comparar um ‘sub-humano’ a um Judeus é algo inconcebível.As escrituras Judaicas afirmam que a vida de um Judeu é a coisa mais preciosa para Deus e que a vida de um não-Judeu (ou ‘goy‘) não tem qualquer valor.
Morreram muitos Judeus, mas de forma alguma os seis milhões que são aclamados (o Relatório do Total de Mortes Oficiais da Cruz Vermelha aponta para 271 201 mortos).O historiador David Irving (entre muitos outros) mostraram que não existiram quaisquer câmaras de gás para fins homicidas nos campos de concentração. Era impossível para os Alemães gasearem e depois queimarem 12000 Judeus todos os dias. Teriam que existir, igualmente, restos de ossos ou cinzas com resíduos de cianeto. Nada disto foi encontrado. Até mesmo o Memorial de Auschwitz que afirmava que tinham morrido 6 milhões, diz agora que foram, afinal, pouco mais de um milhão.
Não está em causa que um milhão ainda são muitas pessoas. Porém, não podemos esquecer o grau de sofrimento que eles tiveram e o tratamento que receberam por parte dos Nazis. Assim como não podemos esqueceram que foram os banqueiros Judeus que financiaram os Nazis e que os Sionistas pressionaram as nações ocidentais para não deixarem sair os Judeus da Alemanha antes dos começo da guerra.
Por razões políticas e económicas perversas, os Sionistas não desejavam que os Judeus fossem para nações livres e tinham como pensamento único o objectivo de declararem a Palestina um território Judaico.
Há muitas pessoas que defendem que todas as principais e maiores guerras ocorridas nos últimos séculos foram instigados e fundadas pelos banqueiros internacionais Sionistas.
Vamos analisar melhor: primeiro instigam a guerra. Depois, durante a guerra, emprestam grandes quantidades de dinheiro que originam altos juros, beneficiando posteriormente o seu poder bélico. Depois da guerra, compram propriedades e indústrias “ao preço da chuva” às nações derrotadas.
Os Sionistas controlam as economias, os governos, os acordos/conflitos entre as maiores nações. Eles controlam a economia diária, a inflação e a deflação. Eles envolveram-se numa guerra económica para a criação da Grande Depressão nos EUA, com a qual obtiveram grandes quantidades de propriedades e negócios, executando a dívida de hipotecas.
Temos que perceber que nada neste mundo “acontece por acaso”, especialmente no que diz respeito a acontecimentos globais. Tudo tem uma razão por detrás. Existem forças que controlam tudo aquilo que acontece neste mundo, existindo um “governo sombra” bem escondido.
Dizem-nos que não podemos esquecer o Holocausto e menosprezamos todos os outros genocídios que ocorreram contra outros grupos. O mundo esquece facilmente os 20 milhões de Russos mortos durante a Segunda Guerra Mundial ou as atrocidades cometidas pelas forças Aliadas. Os Americanos utilizaram não uma, mas duas bombas nucleares contra populações civis.Por que é que o que acontece com estes outros grupos parece não ter qualquer importância?
Porque para obter a resposta… nós precisamos de olhar apenas para a propaganda Judaica e para os dogmas das escrituras: a vida de um Judeu interessa, só um Judeu é um ser humano; os não-Judeus não interessam, as suas vidas não têm qualquer importância.
Os média são controlados pelos Sionistas, e porque a maioria deles são Judeus, investiram grandemente na sua própria história. Contrariar as mentiras do Holocausto é ilegal em alguns países e lá aparece o rótulo do “anti-Semitismo”.
Os Nazis autorizaram que saísse da Alemanha um navio carregado de Judeus para verificarem se algum outro país estaria disposto a receber aqueles Judeus. Mas todos os países, inclusivamente os EUA, recusaram autorizar os refugiados a desembarcarem. Devido a esta política universal Sionista em aceitar Judeus (devido ao seu desejo de aclamar Israel como a pátria dos Judeus), muitos deles foram sacrificados. O navio carregado de Judeus foi obrigado a regressar, como se estivéssemos perante um autêntico sacrifício.
Se quiserem uma prova de que estamos certos basta observar a reacção dos Judeus perante tudo o que é afirmado neste vídeo. Como estamos perante uma mentira e um embuste, eles procuram negar tudo e descredibilizar quem tenta fazer qualquer investigação sobre o assunto. Desta forma, através de todas as negações e encobrimentos que eles procuram criar, eles próprios estão a dar-nos a prova de que tudo não passa de um embuste.
A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO


Fonte : Revisionismo em linha

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Panorama de Mentiras

"Aquele que diz uma mentira não sabe a tarefa que assumiu, porque está obrigado a inventar vinte vezes mais para sustentar a certeza da primeira" - Pope




R: A seguir apresentamos uma lista dos absurdos do Holocausto que está aumentando continuamente, incentivada através de uma premiação. Você também pode ganhar o prêmio em dinheiro, caso encontre para nós desconhecidos absurdos nos arquivos jurídicos, literatura ou relatórios médicos. O resultado desta premiação será publicado freqüentemente na revista Vierteljahreshefte für freie Geschichtsforschung e The Revisionist. Algumas das repetidas afirmações apresentadas a seguir são rejeitadas como falsas pelos historiadores do sistema, outras – como de costume – são passadas para frente. Como todas as declarações têm semelhantes perversões e absurdos, cada um deve criar as regras por si próprio para poder decidir quais afirmações devam ser rejeitadas, seja qual for o critério, e outras aceitas como verdade. Eu não vou fazer qualquer comentário adicional. Aproveite apenas o que foi tentado nos empurrar goela abaixo ao final da guerra, desprovido de qualquer análise crítica, como “verdade notória”: [1037]





- Gêiseres de sangue a partir das covas coletivas; isso foi confirmado por testemunhas famosas como Elie Wiesel e Adolf Eichmann, e Adalbert Rückerl, diretor da central para esclarecimento dos crimes nacional-socialistas, passou-a para frente, assim como o tribunal do processo sobre Auschwitz, em Frankfurt.



- Covas coletivas explodiam, segundo Eichmann.



- banho com ácido ou água fervente para fabricação de esqueleto humano; Filip Müller afirmou isto SOBRE Auschwitz.



- Injeções nos olhos dos detentos para alteração da cor dos olhos; Hermann Langbein espalhou isso sobre Auschwitz.



- Extração de gordura fervente das incinerações a céu aberto; sobre isso relataram R. Höß, H. Tauber, F. Müller e espalhado por Langbein.



- Um homem das SS pula no último segundo junto com uma desconhecida mão e seu filho, por pura compaixão, para morrer com eles na câmara de gás; essa história vem de Emmi Bonhoeffer.



- Fabricação de sabão a partir da gordura humana, enterro comemorativo do sabão; afirmado por Simon Wiesenthal e pelo juiz da SS Konrad Morgen.



- Genocídio subterrâneo em enormes galpões através de alta tensão; as famosas histórias de S. Szende sobre Belzec, semelhante também com aquelas de S. Wiesenthal assim como foi afirmado no IMT para Bergen-Belsen (!).



- Assassinato em câmaras de vácuo ou em vapor d’água e gás clorídrico; diversas testemunhas e “relatórios” sobre o campo de Treblinka.



- Eliminação sem rastros de covas coletivas com milhares de cadáveres em poucas semanas; um milagre da arte de improvisação alemã; isso é alegado por muitas testemunhas e “relatórios” para praticamente todos os supostos locais das matanças pelos alemães.



- Câmara de gás móvel em Treblinka, a qual esvaziava suas vítimas diretamente nas valas de incineração; afirmado pela resistência polonesa e levado a sério pelo historiador do Holocausto P. Longerich.



- Gás letal com ação retardada que possibilitava suas vítimas a deixarem a câmara de gás e irem por si só até as covas coletivas; afirmado pela resistência polonesa e levado a sério pelo historiador do Holocausto P. Longerich.



- Execuções em uma linha de produção eletrizada; assim o Prawda anunciou após a libertação de Auschwitz (2/2/1945).



- Incineração de cadáveres em Altos-Fornos. Esse rumor foi espalhado pelo membro da resistência, o alemão H. von Moltke durante a guerra e depois o Prawda, levado a sério pelo historiador do Holocausto P. Longerich.



- Corrida de bicicletas da SS na câmara de gás de Birkenau; segundo Notícias de Nuremberg, citando uma testemunha.



- Eliminação de cadáveres através de explosão; testemunho de Rudolf Höß obtido sob tortura e levado a sério pelo promotor A. Rückerl e Helge Grabitz.



- manchas azuis depois do gaseamento com gás cianídrico (gás cianídrico é incolor); relatado pelo homem da SS Richard Bock.



- Canto do hino nacional e da internacional pelas vítimas nas câmaras de gás; F. Müller assim como as declarações citadas por H.G. Adler, H. Langbein e E. Lingens-Reiner.



- Enchimento das bocas das vítimas com cimento, para evitar que cantassem canções patrióticas ou comunistas; afirmado durante o IMT.



- Jovem de 12 anos profere na câmara de gás, antes do gaseamento, um discurso impressionante e heróico diante das outras crianças; segundo afirmação de F. Friedman.



- Casinhas para gaseamento de rápida construção, para que os judeus fugitivos pudessem ser imediatamente gaseados após a recaptura; Adolf Eichmann relatou isso após tratamento especial através de seus carrascos israelenses.



- Assassinato através da ingestão de um copo de ácido cianídrico líquido (ácido cianídrico não é encontrado como substância que possa ser despejada como líquido em um copo; além disso ele evapora muito rápido, que colocaria em perigo as pessoas do entorno); Veredicto do Tribunal de Hannover, segundo Heiner Lichtenstein.



- Os músculos retirados das pernas dos detentos executados tremiam tanto, que o reservatório onde estavam balançava muito; este absurdo anatômico e físico foi espalhado por F. Müller.



- Encanamento para introdução do Zyklon-B nas câmaras de gás de Auschwitz e outros lugares através de chuveiros ou garrafas de aço; relatório da comissão de Dachau e Auschwitz assim como segundo historiador Wolfgang Benz.



- Enchimento total de um detento com água, até que ele explodisse. [1038]



- Criança sobrevive a seis gaseamentos na câmara de gás de Bergen-Belsen, que nunca existiu; reportado por Moshe Peer a um jornal canadense.



- Mulher sobrevive a três gaseamentos, porque os nazistas não mantinham o gaseamento constante; testemunhos relatados no mesmo jornal canadense, também afirmado pelo político britânico Michael Howard. [1039]



- Lendas sobre ursos e águias em uma gaiola, que comiam um judeu diariamente; declaração sobre o CC de Buchenwald.



- Fabricação de lingüiça no crematório a partir da carne humana pela SS (“RIW” – “Reine Juden Wurst”: Pura lingüiça judia?); afirmado por David Olère, o pintor fantasioso de Auschwitz.



- Abajures, capas de livros, luvas, selas, calças de equitação, sapatos, bolsas femininas... de pele humana; afirmado no IMT e novamente durante o processo contra Ilse Koch.



- Quadros pornográficos em tela de pintura feitos com pele humana; da mesma forma afirmado no IMT.



- Dedões humanos mumificados foram usados por Ilse Koch como interruptores elétricos; testemunhos divulgados pelo New York Times.



- Pai SS joga babys para o ar e atira nelas como se o fizessem com pombos, enquanto a filha de 9 anos aplaude e grita: “Papa, mais uma vez, mais uma vez, Papa!”; afirmado durante o IMT.



- Juventude hitlerista usa crianças judias como treinamento de tiro; afirmado durante o IMT.



- Vagões de trem desaparecem numa rampa no crematório subterrâneo de Auschwitz; segundo o juiz da SS Konrad Morgen, citado pela historiadora polonesa de Auschwitz, Danuta Czech.



- Prisioneiros foram forçados, limpar a escada lambendo-a e juntar o lixo com a língua; afirmado durante o IMT.



- Mulheres foram inseminadas artificialmente em Auschwitz e então gaseadas; afirmado durante o IMT.



- Tortura de detentos com uma “caixa de torturas” especial, fabricadas em série pela Krupp; afirmado durante o IMT.



- Tortura de detentos, onde balas de madeira foram disparadas contra eles para que os forçassem a falar; segundo o Congresso Mundial Judaico.



- Espancamento de detentos através de uma máquina especial para espaçamento; afirmado durante o IMT.



- Assassinato de detentos com limonada envenenada; afirmado durante o IMT.



- Assassinato através da queda de árvores: forçava-se as vítimas a subir nas árvores, e então deixavam-na cair; afirmado durante o IMT e por Eugen Kogon.



- Assassinato de jovens através da alimentação forçada de areia; Rudolf Reder, levado a sério pelo historiador do Holocausto Martin Gilbert.



- Gaseamento de prisioneiros de guerra soviéticos em uma pedreira; afirmado durante o IMT.



- Prisioneiros foram primeiro espancados até a morte, e então autopsiados para descobrir a causa da morte; afirmado durante o IMT.



- Moagem de crânio através de máquina a pedal para destruir crânios, acompanhado de programação radiofônica; afirmado durante o IMT.



- 840 mil prisioneiros de guerra soviéticos assassinados em Sachsenhausen e queimados em quatro crematórios móveis; afirmado durante o IMT.



- Extermínio instantâneo de 20.000 judeus na Silésia através da detonação de uma bomba atômica; afirmado durante o IMT.



P: Como por favor?



R: Sim. Eu citei o protocolo do interrogatório do Ministro Albert Speer pelo promotor Jackson: [1040]



“Determinadas experiências foram conduzidas da mesma forma e certas pesquisas relativas a energia atômica foram feitas, ou não? [...] Bem, eu tenho certas informações, que me foram reveladas, sobre uma tentativa que foi realizada perto de Auschwitz [...] O objetivo desse experimento foi encontrar a possibilidade de exterminar rápida e completamente as pessoas sem desperdício de tempo e os contra-tempos dos fuzilamentos, gaseamentos e cremações, como vocês fizeram até então [...]. Um vilarejo, um pequeno vilarejo foi construído provisoriamente, com estruturas temporárias, e lá foram colocados cerca de 20.000 judeus. Através da nova arma de destruição em massa desenvolvida (bomba atômica), estas 20.000 pessoas foram eliminadas de uma só vez, não restando qualquer rastro delas.”



R: Estas palavras, dez meses e meio após Hiroshima, provêm da boca de um promotor norte-americano contra autoridades alemãs, que nunca estiveram de posse de armas atômicas.



P: Ainda conseguem respirar?



R: É claro que essa acusação não pode se sustentar, a mentira foi aqui muito descarada. Porém, nós podemos medir o que isso significa para a credibilidade de todas as outras acusações?



P: Se foi mentido em tais proporções, no que se pode ainda acreditar?



R: Este é o preço que o mentiroso tem que pagar. Quem mente milhares de vezes...




R - Germar Rudolf

P - Público



Frases do texto original foram destacadas em negrito pela Equipe do Inacreditável - NR



Quem é Germar Rudolf?




Lições sobre o Holocausto



[1037] As indicações das fontes para a lista de absurdos,quando não citadas, podem ser encontradas em M. Köhler e outros (ver nota 891), inglês, pág. 128-131.

[1038] Jeff Lyon, “Memoires of Nazi death camps haunt couple”, Chicago Tribune, 19.1.1978, pág. 1, 14.

[1039] Independent, 3.7.2004

[1040] IMT, Vol. XVI, pág. 529 et seq, 21/6/1946.



fonte: www.inacreditavel.com

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

As Mentiras de Simon Wiesenthal (P.6)

Impressões de personalidades acerca de Wiesenthal

Num programa de TV alemã ARD, intitulado Panorama, apresentado no dia 8 de Fevereiro [de 2008], às 21 horas e dedicado a figura de Simon Wiesenthal, diversas opiniões sobre o “famoso caçador de nazistas”, foram expressadas por personalidades do mundo sionista:

Isser Harel, antigo chefe do Mossad: “Wiesenthal garante ter descoberto mais de 1200 nazistas, um número impossível de encontrar. O número é bem menor, no máximo uns dez. Ele causou enormes danos através de suas falsas manifestações. Criou lendas. Em todos os grandes casos ele falhou. Sua importância é mínima. Espalhou falsas informações. Uma trágica figura.”


Rafi Eitan, comandante da “Operação Eichmann”: “Não acrescentou nada à operação. Reuniu todas as informações que conseguiu (sobre Eichmann) e escreveu um livro...”

Benjamin Weiser Veron, diplomata Israelita no Paraguai: “A caçada de Wiesenthal a procura de Mengele foi a grande caçada... que não houve. Ele afirmou que Mengele e os outros nazis viviam prosperamente (no Paraguai) e eram multimilionários: tudo histórias da carochinha...”

Neal Sher, chefe do departamento de perseguição a nazistas do Ministério da Justiça dos Estados Unidos: “Seguimos cada passo... totalmente em vão... normalmente identificamos pessoas erradas... nenhuma prova concreta contra as pessoas citadas (por Wiesenthal). No “Caso Waldheim” (ex-secretário-geral da ONU e ex-primeiro ministro da Áustria, acusado de “nazista”) Wiesenthal ligou para nós inúmeras vezes, solicitando reiteradamente que nada fosse feito contra Waldheim, para não prejudicar seus negócios na Áustria...” (O escritório mundial do “famoso caçador de alucinações” fica em Viena).

Élan Steinberg, membro do Congresso Mundial Judaico: “Wiesenthal deve a Israel uma desculpa por proteger Waldheim e arrogar a si o sucesso da “Operação Eichmann”. E acrescentou, para espanto dos telespectadores: “Os alemães deveriam ter ânimo e se preocupar do passado de Wiesenthal (...!) O ex-premiê austríaco, o socialista Bruno Kreisky (1911-1990), que tinha ascendência judaica, acusava Wiesenthal de ter colaborado com a Gestapo quando era interno do campo de concentração de Mauthausen, na Áustria, além de ser “movido pelo ódio”.

Aparentemente nem seus comparsas conseguem mais conviver com o excesso de mentiras de Wiesenthal... Mentir, para eles, é bom e sempre leva a bons resultados (vide imprensa mundial, cinema, televisão, livros, etc), porém o excesso de mentiras pode levar ao desmascaramento da Grande Mentira. E isso não é bom para o movimento sionista e seu plano de domínio mundial.

domingo, 2 de agosto de 2009

As Mentiras De Simon Wiesenthal (P.5)

A "SORTE" DE UM "SOBREVIVENTE"

Continuando com as mentiras: Wiesenthal escapou "milagrosamente" de vários campos de concentração

Algumas fontes dizem que ele passou por 10, outras por 13 e outras ainda por 17 (!!!) campos de EXTERMÍNIO nazistas. Alguns dos campos que Wiesenthal diz ter passado:

Campo de Mauthausen

Campo de Buchenwald

Campo de Janovska

Campo de Auschwitz

Campo de Janwska

Campo de Belzec

Campo de Ostbahn

Campo de Treblinka

Segundo dados da Wikipedia, esses 8 são reconhecidos como de extermínio - e não de trabalhos forçados:

Auschwitz-Birkenau (1.400.000)

Belzec (600.000)

Chelmno (320.000)

Majdanek (78.000)

Sobibór (250.000)

Treblinka (700.000)

Jasenovac (97,000)

Maly Trostenets (60.000).

Todos eram na Polónia, com excepção dos 2 últimos (Croácia e Bielorússia). Mas que sorte danada! rsrsrsrsrsrsrsr.




Fonte:Revsionismo em linha

As Mentiras de Simon Wiesenthal (P.4)

Morreram 89 parentes meus no 'holocausto'

"Ele foi preso pelos alemães em 1941 e passou por 12 campos antes de ser libertado por americanos no campo de Mauthausen, Áustria. Wiesenthal pesava 50 quilos, havia perdido 89 membros da família, mas conseguiu reencontrar a mulher, que escapara fingindo ser católica e não judia.

http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe.asp?ID_RESENHA=166502

As mentiras de Simon Wiesenthal (P.3)

''ONDE ESTÁ MENGUELE?"

Mais uma das 6 milhões de mentiras de Wiesenthal

Simon Wiesenthal, anunciou de que estava "100% certo" que Mengele estava vivendo no Paraguai e declarou que a família de Mengele na Alemanha Ocidental sabia exatamente onde. (Newsweek, 20 de Maio de 1985)

Detalhe para a data. Uma caça que tinha durado anos finalmente chegou ao seu fim quando uma equipe internacional de cientistas forenses identificou positivamente os restos mortais do Dr. Josef Mengele exumados a partir de uma sepultura brasileira. Testemunhos de parentes e antigos amigos do médico alemão e uma grande colecção de documentos materiais estabelecem mais adiante que Mengele morreu afogado em um acidente de Fevereiro de 1979.

Fonte: http://www.ihr.org/jhr/v06/v06p377_Weber.html

As mentiras de Simon Wiesenthal (P.2)

"O SABÃO JUDAICO"

Mais uma das 6 milhões de mentiras de Wiesenthal

Foi descoberto o diário pessoal de Simon Wiesenthal onde o autor declara que desde o final dos anos 40 que não usa saboente. O recém-falecido, ex-prisioneiro e eternamente sobrevivente de Auschwitz foi o maior caçador de Nazistas de toda a História, tendo perseguido e levado a tribunal mais de 1000 pessoas acusadas de terem ligações ao demoníaco regime Nazista. Wiesenthal assistiu pessoalmente ao fabrico de milhões de sabões através da gordura obtida dos judeus cremados em Auschwitz. “(…) eles fabricavam todo o tipo de sabão! Os judeus mais velhos eram transformados em sabão rosa que depois era vendido para toda a Europa. O sabão Clarim e o Lux eram obtidos através dos judeus mais novos, porque a gordura era mais cristalina!” – escreve Wiesenthal numa das linhas do seu diário. Deste modo, Wiesenthal ficou transtornadíssimo e nunca mais teve coragem de tomar banho com sabonente, pois trazia-lhe à memória esses acontecimentos tenebrosos que ele presenciou com os seus próprios olhos. Mas a lista de horrores não pára por aqui. Ao que parece, os Nazistas faziam ainda objectos de decoração através da pele removida aos judeus. O sobrevivente descreve o fabrico de uma série de abat-jours, carteiras e muitos outros utensílios, todos fabricados em genuína pele de judeu. Segundo o autor, a cotação dos objectos feitos em pele de judeu ultrapassava largamente a pele de crocodilo, ou até mesmo a pele de marta. Simon Wiesenthal aproveita também para criticar o actual governo Alemão por este nunca ter indemnizado devidamente a comunidade judaica, pelos gigantescos lucros obtidos com a venda de tais artefactos.


Não pude deixar de lembrar do "Mito do Sabão" que não foi criado por Wiesenthal, mas se hoje é um conto famoso mundialmente, com certeza devemos isto a esta figura nefasta, que morreu infelizmente sem ser desmascarado publicamente. Simon Wiesenthal circulou e confirmou um dos mais indecentes mitos do Holocausto, a acusação de que os alemães teríam fabricado sabão usando como matéria prima gordura dos cadáveres de judeus assassinados. De acordo com esta lenda as letras "RIF" encontradas em barras de sabão fabricadas pelos Alemães supostamente seríam um acronímio para "Rein judisches Fett" (Pura Gordura Judaica.) Na realidade, o acronímio representava "Reichstelle fur industrielle Fettversorgung" ou "Centro Nacional para a Distibuição de Gordura". Wiesenthal promoveu o mito do "sabão humano" em artigos publicados em 1946 no jornal "Der Neue Weg" ("O Novo Caminho") da comunidade austro-judaica. Em um artigo intitulado "RIF," ele escreveu: "As terríveis palavras 'transporte para o sabão' foram ouvidas pela primeira vez em 1942. Isso ocorreu nas áreas sob controle do "Governo Geral" (terrítório Polaco), a fábrica estava localizada na Galícia, em Belzec. Desde abril de 1942 até Maio de 1943, 900,000 judeus foram usados como materia prima nesta fábrica." Após os cadáveres serem transformados em outro produtos, segundo Wiesenthal, "o resto, o excesso de gordura, era usado para a fabricação de sabão". Ele continuou: "Após 1942, as pessoas na área sob controle do "Governo Geral"sabiam muito bem o que o sabão "RIF" significava. O mundo civilizado não podería sequer imaginar a alegria com o que os Nazis e suas mulheres na área do "Governo General" usavam este sabão. A cada barra de sabão eles imaginavam que um judeu tería sido misturado ali como por mágica, e portanto mais um judeu fora impedido de transformar-se em um segundo Freud, Ehrlich ou Einstein."


Fonte: revisionismo em linha

As Mentiras de Smon Wiesenthal (P.1)

Algumas das "6 milhões" de mentiras de Simon Wiesenthal "O caçador de nazistas".




Em 14 de Junho de 1967, o jornal paulista O Estado de São Paulo trazia a seguinte matéria: "Wiesenthal mostra a culpa de Cukurs".

O teor da reportagem era o seguinte:

Simon Wiesenthal, o homem que prendeu Eichmann e maior caçador de criminosos de guerra nazistas, declarou em Viena que Herberts Cukurs nunca foi absolvido por ele. Segundo Wiesenthal, Cukurs desempenhou papel importante na solução final do problema judeu no seu pais, a Letónia.
Solução final significava extermínio completo de judeus. Wiesenthal fez essa declaração ao Jornal da Tarde, depois de informado sobre o desejo do filho de Cukurs, que mora em São Paulo, de processar a enciclopédia Barsa por ter incluído num de seus volumes o seguinte verbete:
"Cukurs, responsável pela morte de 30.000 judeus, durante a segunda guerra”.
Ao anunciar seu desejo de processar a Barsa, o filho de Cukurs declarou ainda que nada havia contra seu pai no Tribunal de Nurenberg e que ele tinha sido absolvido até por Simon Wiesenthal.

Nota - Realmente a enciclopédia Barsa foi processada, perdendo a causa na justiça, e tendo que retirar todas enciclopédias vendidas e substituindo-as por outras onde não constava o nome de Cukurs. Quanto a Wiesenthal, nunca se afirmou que Wiesenthal houvera absolvido Cukurs,visto que Wiesenthal, não teria competência nenhuma nem em absolver e muito menos condenar, visto que isso é atributo da justiça e apenas a ela cabe decidir a culpa ou inocência de quem quer que seja.
Mais uma vez os nossos jornalistas se mostraram incompetentes e mal informados, para não dizer “mal intencionados”, como era costume quando o assunto em pauta era Herberts Cukurs.

Disse Wiesenthal: "Cukurs foi responsável pela morte de milhares de judeus na Letônia, especialmente em Riga”. Denunciou ainda Cukurs como participante directo de execuções de judeus em outras partes da Letónia. Wiesenthal contou que localizara Cukurs num campo de concentração de prisioneiros americanos em Hanu, Alemanha Ocidental, em 1946. Antes que pudesse agir Cukurs tinha desaparecido. Um ano depois,Wiesenthal localizou-o em São Paulo. Não conseguiu a sua extradição, por que Cukurs tinha tido um filho, nascido no Brasil. Wiesenthal afirmou que a policia brasileira possuía um sumário das actividades criminosas de Cukurs.
Sobre a morte de Cukurs, assassinado há dois anos no Uruguai, Wiesenthal declarou:
"Foi morto por causa de rivalidades entre os seus próprios amigos. Eles acreditavam que Cukurs estava sob controle de grupos de judeus e que funcionava como espião contra ex-nazistas”.

Em 19 de Junho de 1997, o jornal O Estado de São Paulo publica outra matéria onde Gunars Cukurs através de farta documentação desmascara as mentiras desse picareta, que ficou conhecido como o maior caçador de nazistas, mas que na verdade foi um comerciante que usando da boa fé de muitos judeus, lhes estorquiu e continua extorquindo milhões e milhões de dólares com o pretesto de caçar pessoas inocentes, envolvendo-as em mentiras, difamações, destruindo vidas, com único propósito de se promover e ganhar rios de dinheiro, graças ao sangue e sofrimento de seu próprio povo.
Quantos nazistas de verdade esse pilantra caçou em todos esses anos, quantos foram julgados e condenados, para ele desfrutar dessa fama,um ou dois? O repórter logo de inicio caiu em séria contradição, pois iniciava a matéria dizendo que Herberts Cukurs, letão que aderiu ao nazismo, foi considerado figura pouco importante entre os matadores de judeus citados no Tribunal de Nurenberg, (se uma pessoa supostamente responsável directa pela morte de mais de 30.000 judeus não era considerado importante, então quem seria?) não foi incriminado, por que os aliados não sabiam de seu paradeiro, (existem vistos de autoridades Americanas e Francesas dando salvo conduto à pessoa de Herberts Cukurs, que inclusive morou durante certo período na França, após o termino da guerra, onde era figura popular e conhecida, logo não se justifica que não tenha sido localizado) e as informações a cerca de seus crimes constavam nos arquivos alemães (Quais?onde?) e Israelitas, particulares como as Federações israelitas brasileiras.
Segundo a Federação Israelita Cukurs trancou 300 judeus numa sinagoga e a incendiou, em Riga, na Letónia, no dia 14 de Julho de 1941. (Essa mentira está desmascarada, pois, em primeiro lugar, existe farta documentação hoje que comprova que os incêndios foram organizados, com responsabilidade única dos alemães e NENHUM judeu morreu queimado.
Em segundo lugar, recentemente, foram encontrados arquivos militares onde se comprova que, nesse período, Herberts Cukurs estava lutando com partizans, 100 km distante de Riga)

No dia 30 de Novembro de 1941, Cukurs mandou afogar 1200 judeus no Rio de Kuldiga e, segundo “testemunhas oculares", os judeus que não enfiavam suas cabeças na água, para se afogarem eram fuzilados, e o rio ficou vermelho de tanto sangue. (O interessante disso tudo é que não existem registos actuais, em lugar nenhum do mundo, que comprovem terem havido mortes por afogamento em Kuldiga, visto que esse rio apesar de largo em alguns trechos, tem a profundidade máxima que não chega a um metro nas partes mais profundas, portanto outra mentira dos nossos judeus cariocas).

Voltando ao assunto Wiesenthal, o repórter entrevistou o filho mais velho de Cukurs, Gunars Cukurs e perguntou a cerca das afirmações por parte de Wiesenthal, publicadas no Jornal da Tarde de 14 de Junho de 1967, onde o presidente do centro de documentação judaica, Simon Wiesenthal, afirmava que havia localizado Cukurs num campo de prisioneiros em Hanu, Alemanha Ocidental em 1946. Gunars tem provas e documentos contra as declarações de Wiesenthal - considerado o maior caçador de criminosos nazistas da Segunda Guerra.

“Em 1946, meu pai ainda estava na França, de onde veio ao Brasil. Ele saiu da Alemanha no dia 13 de Maio de 1945. Nesse dia recebeu um documento das Forças Aliadas que guardavam a fronteira”.








Gunars tem ainda outros documentos que desmentem as declarações de Wiesenthal. São os seguintes:
16-05-1945 - Documentos do centro de controle de repatriados e refugiados, provando que Cukurs havia entrado na França com a mulher, sogra e três filhos.


De Maio a Outubro de 1945, o controle de repatriados forneceu várias "Autorizações de circulação", passadas na cidade de Dijon, permitindo que Cukurs e sua família circulassem de carro pela região.

20-10-1945 - Ofício enviado a Cukurs pelo Ministério da Economia Nacional da França, dispensando-o de “licenças regulamentares para a importação de dois carros de origem alemã de sua propriedade”.

17-12-1945 - O governo francês em Marselha, expede o “salvo conduto”numero 117, autorizando a viagem de Cukurs e sua família para o Brasil. No dia seguinte, o consulado brasileiro, em Marselha, visa o salvo conduto de Cukurs.

9-01-1946 - O governo português autoriza Cukurs a trazer 48.532 escudos para o Brasil. No dia 25 de Janeiro de 1946, Cukurs obtém o visto das Forças Britânicas de ocupação no porto de Barcelona.

04-03-1946 - Visto de desembarque passado pelo Departamento Nacional de Imigração, no Porto de Rio de Janeiro, Brasil.






Quando Herberts Cukurs chegou ao Brasil tinha três filhos: Gunars, nascido em 7 de Agosto de 1931, Antinea, nascida em 28 de Abril de 1934 e Herberts Cukurs Junior, nascido em 2 de Outubro de 1942. Segundo Simon Wiesenthal, Cukurs foi localizado por ele no Brasil, um ano depois de ter desaparecido do campo de prisioneiros em Hanu. Na época não conseguiu a sua extradição, pois Cukurs tinha um filho brasileiro nascido nessa época. Gunars desmente Wiesenthal, uma vez:

"O único filho brasileiro de meu pai, nasceu em 11 de Julho de 1955, muitos anos depois da vinda de meu pai para o Brasil, e seu nome é Richard Cukurs. Se em 1947 Wiesenthal apresentasse provas concretas que incriminassem meu pai, a extradição seria obtida facilmente”. Reforçando sua documentação, Gunars mostra a carteira Modelo 19 de seu pai, datada de 2 de Abril de 1946, fornecida pelo serviço de Registro de Estrangeiros. Nela está escrito:

"Data de desembarque, 4-03-1946." Mais uma prova apresentada pelo filho de Cukurs,uma declaração do Ministério da Justiça,a respeito do processo aberto por judeus brasileiros em 1951.

Diz a declaração:

"Fica determinado o arquivamento do processo de averigações sobre a permanência de Herberts Cukurs no Brasil, visto que nada de positivo restou contra a legalidade de sua entrada no pais”.

A declaração de 13 de Agosto de 1951, assinada por J.Vieira Coelho - director geral, é encerrada com a afirmação de que o Ministério da Justiça tinha apenas informações de que Cukurs poderia ter sido chefe de guetto, em Riga, mas isso não significaria que fosse um criminoso.


Gunars Cukurs encerra dizendo:

"Meu pai nunca foi chefe de ghetto.”





Nota - De fato, recentemente com a farta documentação hoje existente, após a queda da extinta União Soviética, ficou comprovado que Cukurs também nunca foi chefe de ghetto e muito menos fez parte dos quadros da Gestapo ou de outras repartições do comando alemão.

Sobre a morte de Cukurs, assassinado há dois anos no Uruguai, Wiesenthal declarou:

"Foi morto por causa de rivalidades entre seus próprios amigos. Eles acreditavam que Cukurs estava sob controle de grupos de judeus e que funcionava como espião contra ex-nazistas”.

Segundo Wiesenthal, Cukurs teria sido morto pelos nazista, o que anos depois foi desmentido, pelo próprio serviço secreto de Israel, a Mossad, que assumiu a autoria. Uma mentira a mais ou a menos, qual a diferença?

Mais uma das 6 milhões de mentiras de Wiesenthal

Foi descoberto o diário pessoal de Simon Wiesenthal onde o autor declara que desde o final dos anos 40 que não usa saboente. O recém-falecido, ex-prisioneiro e eternamente sobrevivente de Auschwitz foi o maior caçador de Nazistas de toda a História, tendo perseguido e levado a tribunal mais de 1000 pessoas acusadas de terem ligações ao demoníaco regime Nazista. Wiesenthal assistiu pessoalmente ao fabrico de milhões de sabões através da gordura obtida dos judeus cremados em Auschwitz. “(…) eles fabricavam todo o tipo de sabão! Os judeus mais velhos eram transformados em sabão rosa que depois era vendido para toda a Europa. O sabão Clarim e o Lux eram obtidos através dos judeus mais novos, porque a gordura era mais cristalina!” – escreve Wiesenthal numa das linhas do seu diário. Deste modo, Wiesenthal ficou transtornadíssimo e nunca mais teve coragem de tomar banho com sabonente, pois trazia-lhe à memória esses acontecimentos tenebrosos que ele presenciou com os seus próprios olhos. Mas a lista de horrores não pára por aqui. Ao que parece, os Nazistas faziam ainda objectos de decoração através da pele removida aos judeus. O sobrevivente descreve o fabrico de uma série de abat-jours, carteiras e muitos outros utensílios, todos fabricados em genuína pele de judeu. Segundo o autor, a cotação dos objectos feitos em pele de judeu ultrapassava largamente a pele de crocodilo, ou até mesmo a pele de marta. Simon Wiesenthal aproveita também para criticar o actual governo Alemão por este nunca ter indemnizado devidamente a comunidade judaica, pelos gigantescos lucros obtidos com a venda de tais artefactos.

Mais uma das 6 milhões de mentiras de Wiesenthal

Simon Wiesenthal, anunciou de que estava "100% certo" que Mengele estava vivendo no Paraguai e declarou que a família de Mengele na Alemanha Ocidental sabia exatamente onde. (Newsweek, 20 de Maio de 1985)

Detalhe para a data. Uma caça que tinha durado anos finalmente chegou ao seu fim quando uma equipe internacional de cientistas forenses identificou positivamente os restos mortais do Dr. Josef Mengele exumados a partir de uma sepultura brasileira. Testemunhos de parentes e antigos amigos do médico alemão e uma grande colecção de documentos materiais estabelecem mais adiante que Mengele morreu afogado em um acidente de Fevereiro de 1979.


Fonte: http://www.ihr.org/jhr/v06/v06p377_Weber.html

Simon Wiesenthal - Mais Um grande Mentiroso (P.2)




Quando alguém perguntava a Simon Wiesenthal o motivo de ter se dedicado a caça de nazistas, ele respondia:

"Quando morrermos e chegarmos ao outro mundo, os milhões de judeus mortos pelos nazistas nos perguntarão o que fizemos em todo esse tempo que sobrevivemos a eles. Um dirá: 'eu me dediquei à ourivesaria', outro dirá: 'eu construí casas'. Eu lhes direi: não me esqueci de vocês".

O grande Simon apenas esqueceu de dizer "criei o maior negocio milionario, onde difamei, caluniei, destrui vidas de inocentes, extorqui o meu proprio povo, pedindo doações com o pretexto de caçar nazistas. Ganhei dinheiro em cima do sangue e sofrimento do meu próprio povo,vocês".

"Isser Harel, antigo chefe do Mossad:

“Wiesenthal garante ter descoberto mais de 1200 nazistas, um número impossível de encontrar. O número é bem menor, no máximo uns dez. Ele causou enormes danos através de suas falsas manifestações. Criou lendas. Em todos os grandes casos ele falhou. Sua importância é mínima. Espalhou falsas informações. Uma trágica figura.”

Simon Wiesenthal - Mais Um Grande Mentiroso

Como já referimos várias vezes, sabemos perfeitamente que notícias como esta - ou até esta - não conseguem ser devidamente exploradas sem que o rótulo costumeiro do "anti-semitismo" não apareça pouco depois. E quando o assunto diz respeito ao Holocausto, então as coisas pioram e os rótulos passam a ser ainda mais, na procura desesperada de desviar a atenção do assunto principal.


Serve esta pequena introdução para vos dar a conhecer este escândalo que, perfeitamente explorado e sem os rótulos que o "assunto/facto histórico Holocausto" carrega, poderia ser motivo de imensos debates e questões.


Vejamos:


Simon Wiesenthal, famoso pela sua procura pela justiça, terá apanhado muito menos criminosos de guerra do que aqueles que reivindicou e acabou por fabricar muito da sua própria história de Holocausto

Desde o início dos anos 60 que o nome Simon Wiesenthal se tornou o sinónimo de “caça-Nazis”. A sua posição é semelhante à de um santo secular. Nomeado quatro vezes para o prémio Nobre da Paz, recebeu um título de nobre Britânico, a Medalha Presidencial dos EUA para a Liberdade, o título honorário da Legião Francesa e, pelo menos mais 53 outras distinções, foram-lhe atribuídos cerca de 1.100 "escalpes" Nazis. É lembrado, especialmente, pelos seus esforços para a localização de Adolf Eichmann, um dos criminosos de guerra mais procurados.

Porém, a sua reputação foi construída com areia. Ele foi um mentiroso - e até nisso foi mau. Do final da Segunda Guerra Mundial até ao fim da sua vida, em 2005, iria mentir repetidamente sobre a sua suposta caça a Eichmann assim como de outras façanhas para caçar Nazis. Ele também confeccionou histórias ultrajantes sobre os seus anos de guerra e fez reivindicações falsas sobre a sua carreira académica. Há tantas inconsistências entre as suas principais três autobiografias e entre essas autobiografias e documentos contemporâneos, que é impossível atribuir-lhe uma narrativa de confiança e de credibilidade.


A notícia pode continuar a ser lida aqui - infelizmente, apenas em Inglês. Estranhamente, o "TimesOnLine" - onde estava a notícia original - deixou de disponibilizar a mesma. O que não é a primeira vez, diga-se. Sempre que os assuntos violam o código do politicamente correcto que protege a indústria do Holocausto, existe a tal coincidência destas coisas... desaparecerem ou deixarem de estar disponíveis.


Mas nós estamos cá para recordar...



fonte: revisionismo em linha

Lista de judeus famosos no Brasil

Esta categoria reúne alguns judeus brasileiros famosos (nascidos ou radicados no Brasil). Ressalve-se que, deve-se levar em conta que foi utilizado um critério mais amplo: aquelas pessoas de ascendência judaica conhecida, mesmo não sendo através de linhagem matrilinear, também constam na categoria.


A


Abraham Medina
Adiel Tank
Adolfo Bloch
Adriana Behar
Ala Szerman
Alberto Dines
Alberto Goldman
Alexandre Herchcovitch
Ana Kutner
Anatol Rosenfeld
André Fischer
André Singer
Anita Leocádia Prestes
Arie Yaari
Arnaldo Cohen
Arnaldo Niskier


B

Bel Kutner
Ben Abraham
Benjamin Steinbruch
Bernard Rajzman
Berta Loran
Beto Silva
Betty Gofman
Boris Casoy
Boris Fausto
Boris Schnaiderman
Branca Dias
Briolanja Fernandes
Bussunda


C

Caco Ciocler
Cacá Rosset
Caio Blinder
Cao Hamburger
Carlos Arthur Nuzman
Carlos Minc
Carlos Scliar
Celso Lafer
César Lattes
Cíntia Moscovich
Clara Macedo
Clarice Lispector
Cláudia Costin
Cláudia Ohana
Cora Rónai


D

Dan Stulbach
Daniel Azulay
Daniel Feffer
Daniel Sabbá
David Feffer
David Samuel Alcolumbre Tobelem
David Zylbersztajn
Débora Bloch
Deborah Colker
Didi Wagner
Dina Sfat
Dorothéa Steinbruch


E

Edmond Safra
Eliana Guttman
Elie Horn
Ellen Jabour
Esther Scliar
Etty Fraser
Eva Blay
Eva Todor
Eva Wilma


F

Felícia Leirner
Francisco Gotthilf
Frans Krajcberg
Franz Weissmann
Fábio Feldmann


G

Gabriel Zellmeister
Geminiano Saback
Gerald Thomas Sievers
Germán Efromovich
Gilberto Braga
Gilberto Dimenstein
Girz Aronson
Giselda Leirner
Gregori Warchavchik


H

Hans Stern
Hector Babenco
Henrique da Silveira
Henry Sobel
Horácio Lafer


I

Iacov Hillel
Ida (Szafan) Gomes
Isaac Benayon Sabbá
Isaac Karabtchevsky
Isai Leirner
Israel Klabin
Ithamara Koorax
Izrael Szajnbrum


J


Jacob Gorender
Jacob Guinsburg
Jacob Pinheiro Goldberg
Jacques Lewkowicz
Jaime Barcelos
Jaime Lerner
Jaime Spitzcovsky
James Strauss
Jaques Wagner
Jayme Tiomno
John Neschling
Jonas Bloch
Jorge Eurico Ribeiro
Jorge Mautner
José de Abreu
José Mindlin
José Roitberg
José Safra
Juca Chaves
Julio Bogoricin
Júlio Fischer
Júlio Lerner


L

Lasar Segall
Léo Gandelman
Leon Feffer
Leon Hirszman
Leonardo Ferreira (Jornalista)
Leôncio Basbaum
Liana Friedenbach
Lilia Katri Moritz Schwarcz
Lily Safra
Luciano Huck
Luciano Szafir
Luísa Mell
Luiz Zveiter


M


Marcelo Fromer
Marcelo Gleiser
Márcia Goldschmidt
Márcia Peltier
Marcos Plonka
Marcos Wainberg
Mariana Kupfer
Mário Haberfeld
Mário Schenberg
Mário Schoemberger
Maurício Einhorn
Maurício Sherman
Maurício Waldman
Max Feffer
Mayana Zatz
Michael Löwy
Michel Schlesinger
Miriam Mehler
Moacyr Scliar
Moysés Baumstein
Muriel Waldman


N


Nathalia Timberg
Nelson Ascher
Nelson Leirner
Nilton Bonder
Noel Nutels


O

Olga Benário Prestes
Otto Maria Carpeaux


P

Patrícia Kogut
Paul Singer
Paulo Rónai


R

Regina Zilberman
Renata Jesion
Ricardo Rosset
Riva Nimitz
Roberto Burle Marx
Roberto Civita
Roberto Frejat
Roberto Justus
Roberto Medina
Rosana Hermann
Rosane Gofman
Rosely Roth
Rubens Gerchman


S

Samuel Benchimol
Samuel Klein
Samuel Wainer
Sandra Annenberg
Sandra Kogut
Serginho Groisman
Sérgio Besserman Vianna (Bussunda)
Sheila Leirner
António José da Silva (Dramaturgo carioca morto pela Inquisição em Lisboa – Leia livro “O Judeu”)
Silvio Santos (Senor Abravanel)
Simon Schwartzman
Simão Azulay
Sylvio Back


T

Tarso Genro
Tatiana Belinky
Tereza Raquel
Tony Kanaan


U

Urbano Medeiros


V

Victor Civita
Vladimir Herzog


W

Waldemar Levy Cardoso
Wálter Feldman


Y

Yehuda Busquila

Z

Zbigniew Marian Ziembiński (Ator e diretor polonês/brasileiro)

David Irving e os Campos Aktion Reinhardt (P.III)

(continuação)


Na prisão na Áustria

Em Novembro de 2005, David Irving visitou imprudentemente o estado fantoche Sionista da Áustria onde foi prontamente detido por ter feito um discurso como “negacionista do Holocausto", em 1989. No seu julgamento, Irving disse certas coisas pelas quais nós não temos qualquer direito em culpá-lo: Ele queria ser um homem livre outra vez o quanto antes e estar reunido com a sua família. Na sua situação, a maioria de pessoas teriam feito a mesma coisa. É também verdade que numerosos revisionistas que foram levados a tribunal pelas suas convicções foram apoiados e pagaram um preço alto pela sua coragem, mas nem todos são heróis. Pela sua atitude de cooperação, o tribunal ‘canguru’ Austríaco recompensou Irving com uma sentença relativamente branda: Apanhou apenas três anos e, em Dezembro de 2006, depois de ter cumprido um terço do seu tempo de prisão, foi libertado e foi autorizado a regressar a Inglaterra.


A viagem de David Irving à Polónia

Em Março de 2007, recebi um e-mail de David Irving que me informava de que estava na Polónia, onde ele visitava os “campos de Aktion Reinhardt “. De acordo com documentos Alemães do tempo da guerra, o objectivo dos campos de "Aktion Reinhardt" consistia na confiscação de propriedades Judias. Ignorando completamente as provas documentais e materiais, os historiadores ortodoxos reivindicam que o verdadeiro propósito desta acção era a liquidação física dos Judeus da Polónia Oriental e que foram mortos entre 1,5 e 2 milhões Judeus com monóxido de carbono através de motores a diesel em três acampamentos: Belzec, Sobibor e Treblinka. A história tradicional defende que estes campos eram puramente centros de extremínio onde todos Judeus, independentemente da idade e da sua saúde, eram gaseados logo à chegada e sem registo: só um punhado de Judeus jovens e fortes foram temporariamente poupados porque eram necessários para manter os campos a funcionar.
No seu e-mail (que eu infelizmente apaguei) Irving deve ter-me feito uma pergunta sobre Belzec, porque lembro-me perfeitamente que na minha resposta questionava-o se ele tinha lido o livro de Carlo Mattogno com o título Belzec in Propaganda, Testimonies, Archeological Research, and History. Respondeu-me que o iria ler mais tarde.

Além de Belzec, Sobibor e Treblinka, Irving também visitou Auschwitz e Majdanek. Aparentemente, ele não visitou o sexto suposto "campo de extermínio", Chelmno (Kulmhof). No seu website, publicou uma análise da sua viagem à Polónia que me surpreendeu pela sua superficialidade e pela sua imprecisão. Foi impossível de perceber dessa análise se Irving acreditou ou não terem existido gaseamentos homicidas em Auschwitz e Majdanek. No que diz respeito aos três campos "Aktion Reinhardt", pareceu concordar com a versão de "campos de extermínio”; por outro lado, ele falou em "supostas câmaras de gás desses campos. Por outras palavras: Evitou fazer declarações claras e inequívocas.